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sábado, 14 de novembro de 2009
1 biscoitinhos
18:51
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
6
biscoitinhos
14:02
É amor?
- Tá tenso.
- Hein?
- Tá tenso. Com a Gabi.
- Quem é Gabi?
- Minha namorada. Aquela moreninha, cabelo curto. Não lembra? A que vem me buscar de vez em quando.
- Uma muito gata? Com uma pintinha aqui do lado do nariz? Assim, com todo respeito.
- Ela mesma. Anda reclamando demais. Cada dia é uma pendenga. Agora deu pra dizer que eu tenho um gosto muito duvidoso pra filmes.
- Sei como é. Ela gosta de comédia romântica e quer que você veja tudo que a Meg Ryan já fez.
- Não, não. O problema é o seguinte. Eu gosto de Rambo, de Velozes e Furiosos, de tiro, de briga, de fratura exposta. Senão eu durmo no cinema. E ela gosta de uns filmes que nem no shopping passam. Outro dia me forçou a ver um tal de brilho da mente de lembranças.
- Brilho eterno de uma mente sem lembranças.
- Esse mesmo.
- Do caralho... já vi sei lá, umas cinco vezes.
- Sério que você gostou? Eu achei uma mentirada só. Apagar memória? Isso nem existe, ridículo.
- E o Rambo existe desde quando?
- Ah, mas é diferente.
- Sei.
- Tudo bem, ela sempre vai comigo ver os filmes que gosto. Mas eu não aguento acompanhar ela nessas merdas.
- Pô, mas aí você não tá sendo justo.
- Ah, mas eu já aturo o gosto musical dela. Ela me faz ouvir cada coisa. Olha só, gravou esse monte de cd pra eu conhecer as coisas que ela gosta.
- Poxa, que coisa mais.... carinhosa. Ela fez até capa e encarte.
- Ó, nem tinha visto. Se quiser pode pegar pra você. Esse que tem Beatles, Rolling Stones, David Bowie, pode levar tudo. Não sou museu pra gostar de velharia.
- Rapaz, fala isso não.
- Eu acho que ela ouve umas coisas diferentes só pra dizer que é moderna, sabe como? Tem que ver os lugares que ela gosta. Dá cada figura.
- Uma vez encontrei vocês numa balada dessas, lembra?
- Puta... foi. Show do Radio-alguma-coisa.
- Radiohead. Ela gosta?
- Porra, se ela pudesse acompanhava a turnê.
- Eu também.
- Tá doido. Eu não aguento guitarra. Nem gente berrando. Eu prefiro uma coisa mais eletrônica.
- Então gostou do Kraftwerk?
- Cruzes, nem fudendo. Uns puta caras esquisitos. Prefiro um trance, uma rave. Esse papel kraft aí é sei lá, meio parado. A Gabi que gosta.
- É, vocês têm que entrar num acordo então. Um cede aqui, o outro ali.
- A gente saiu ontem pra trocar uma ideia. Ela disse que ia me levar pra jantar.
- Pô, bacana a iniciativa.
- Mas foi uma merda. Ela me levou pra um restaurante tailandês.
- Porra, me amarro.
- Fala sério. Eu caguei fogo hoje, de tanta pimenta naquele frango.
- Ah, então o cheirão no banheiro...
- É, fui eu. Culpa daquele frango do inferno. Em vez de a gente se acertar, ficamos lá, cuspindo fogo.
- Me diz uma coisa. Assim, vou perguntar na boa.
- Vai lá.
- Por que vocês estão juntos? A coisa melhora quando... enfim, o sexo é bom?
- Pra ser bem sincero, já foi melhor. Ela andou... chega mais perto... ela andou inventando umas histórias meio loucas. Comprou peruca, se fantasiou. Pediu pra eu fingir que era o Dr. Pinto, um ginecologista tarado, depois que era um alienígena que ia fazer um exame de fertilidade nela... porra, ainda comprou um vibrador no formato do dedo do ET.
- Que beleza....
- Oi?
- Não, nada. Que garota...assim, criativa, né?
- Demais, demais. Aquela ali parece que fica pinicando, se ardendo toda. Deve ser de tanta pimenta tailandesa. Agora falando isso tudo com você, me veio uma coisa na cabeça.
- Manda.
- E se você conversar com ela? Se disser que eu sou foda aqui no escritório, que sou respeitado, que tenho um futuro promissor, que a mulherada cai matando, mas eu saio pela beirola.
- Saquei. Você quer que eu minta?
- Isso. Ó. Ela vem me buscar hoje. Você desce, puxa papo falando dessas bandas ruins que vocês gostam, desses filmes com mais diálogo que porrada, depois você fala de mim e aí vai, deixa fluir.
- Porra, cara, tô achando que isso não vai dar certo. Vai dar merda.
- Acha que ela vai sacar a armação?
- Não é bem isso que eu tinha pensando.
- Hein?
- Nada não, tô pensando alto.
- Cara, ela nem vai sacar nada.
- Você gosta mesmo dela? Você ama ela?
- Nunca pensei nisso.
- Nunca pensou? Como assim? Então pra que esse esforço todo?
- Ah, sei lá, eu curto ela. E não tô fazendo nada melhor. Mas não conta pra ela.
- Nada de amor, então?
- Não.
- Certeza?
- É.
- Beleza. Tô dentro. Que horas ela chega?
- Hein?
- Tá tenso. Com a Gabi.
- Quem é Gabi?
- Minha namorada. Aquela moreninha, cabelo curto. Não lembra? A que vem me buscar de vez em quando.
- Uma muito gata? Com uma pintinha aqui do lado do nariz? Assim, com todo respeito.
- Ela mesma. Anda reclamando demais. Cada dia é uma pendenga. Agora deu pra dizer que eu tenho um gosto muito duvidoso pra filmes.
- Sei como é. Ela gosta de comédia romântica e quer que você veja tudo que a Meg Ryan já fez.
- Não, não. O problema é o seguinte. Eu gosto de Rambo, de Velozes e Furiosos, de tiro, de briga, de fratura exposta. Senão eu durmo no cinema. E ela gosta de uns filmes que nem no shopping passam. Outro dia me forçou a ver um tal de brilho da mente de lembranças.
- Brilho eterno de uma mente sem lembranças.
- Esse mesmo.
- Do caralho... já vi sei lá, umas cinco vezes.
- Sério que você gostou? Eu achei uma mentirada só. Apagar memória? Isso nem existe, ridículo.
- E o Rambo existe desde quando?
- Ah, mas é diferente.
- Sei.
- Tudo bem, ela sempre vai comigo ver os filmes que gosto. Mas eu não aguento acompanhar ela nessas merdas.
- Pô, mas aí você não tá sendo justo.
- Ah, mas eu já aturo o gosto musical dela. Ela me faz ouvir cada coisa. Olha só, gravou esse monte de cd pra eu conhecer as coisas que ela gosta.
- Poxa, que coisa mais.... carinhosa. Ela fez até capa e encarte.
- Ó, nem tinha visto. Se quiser pode pegar pra você. Esse que tem Beatles, Rolling Stones, David Bowie, pode levar tudo. Não sou museu pra gostar de velharia.
- Rapaz, fala isso não.
- Eu acho que ela ouve umas coisas diferentes só pra dizer que é moderna, sabe como? Tem que ver os lugares que ela gosta. Dá cada figura.
- Uma vez encontrei vocês numa balada dessas, lembra?
- Puta... foi. Show do Radio-alguma-coisa.
- Radiohead. Ela gosta?
- Porra, se ela pudesse acompanhava a turnê.
- Eu também.
- Tá doido. Eu não aguento guitarra. Nem gente berrando. Eu prefiro uma coisa mais eletrônica.
- Então gostou do Kraftwerk?
- Cruzes, nem fudendo. Uns puta caras esquisitos. Prefiro um trance, uma rave. Esse papel kraft aí é sei lá, meio parado. A Gabi que gosta.
- É, vocês têm que entrar num acordo então. Um cede aqui, o outro ali.
- A gente saiu ontem pra trocar uma ideia. Ela disse que ia me levar pra jantar.
- Pô, bacana a iniciativa.
- Mas foi uma merda. Ela me levou pra um restaurante tailandês.
- Porra, me amarro.
- Fala sério. Eu caguei fogo hoje, de tanta pimenta naquele frango.
- Ah, então o cheirão no banheiro...
- É, fui eu. Culpa daquele frango do inferno. Em vez de a gente se acertar, ficamos lá, cuspindo fogo.
- Me diz uma coisa. Assim, vou perguntar na boa.
- Vai lá.
- Por que vocês estão juntos? A coisa melhora quando... enfim, o sexo é bom?
- Pra ser bem sincero, já foi melhor. Ela andou... chega mais perto... ela andou inventando umas histórias meio loucas. Comprou peruca, se fantasiou. Pediu pra eu fingir que era o Dr. Pinto, um ginecologista tarado, depois que era um alienígena que ia fazer um exame de fertilidade nela... porra, ainda comprou um vibrador no formato do dedo do ET.
- Que beleza....
- Oi?
- Não, nada. Que garota...assim, criativa, né?
- Demais, demais. Aquela ali parece que fica pinicando, se ardendo toda. Deve ser de tanta pimenta tailandesa. Agora falando isso tudo com você, me veio uma coisa na cabeça.
- Manda.
- E se você conversar com ela? Se disser que eu sou foda aqui no escritório, que sou respeitado, que tenho um futuro promissor, que a mulherada cai matando, mas eu saio pela beirola.
- Saquei. Você quer que eu minta?
- Isso. Ó. Ela vem me buscar hoje. Você desce, puxa papo falando dessas bandas ruins que vocês gostam, desses filmes com mais diálogo que porrada, depois você fala de mim e aí vai, deixa fluir.
- Porra, cara, tô achando que isso não vai dar certo. Vai dar merda.
- Acha que ela vai sacar a armação?
- Não é bem isso que eu tinha pensando.
- Hein?
- Nada não, tô pensando alto.
- Cara, ela nem vai sacar nada.
- Você gosta mesmo dela? Você ama ela?
- Nunca pensei nisso.
- Nunca pensou? Como assim? Então pra que esse esforço todo?
- Ah, sei lá, eu curto ela. E não tô fazendo nada melhor. Mas não conta pra ela.
- Nada de amor, então?
- Não.
- Certeza?
- É.
- Beleza. Tô dentro. Que horas ela chega?
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
4
biscoitinhos
13:24
Mulher sofre..
Gente, peguei se um site o relato da primeira vez em que uma mulher foi fazer uma tal depilação. HDOISHDOIAS, confesso que eu ri MUITO lendo, então vale a pena ler também, é um pouco grande mas é engraçado. Hhaha.
Que barra que nós mulheres passamos, hein?
Fonte:
http://www.insoonia.com/page/3
“TENTA SIM, VAI FICAR LINDO!!!” Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.
- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?
Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada??? Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
- Cavada mesmo.
- Amanhã, às… Deixa eu ver…13h?
- Ok. Marcado.
Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava? Coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
- Querida, pode deitar.
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
- Quer bem cavada?
- …é… é, isso.
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?
Ela riu. Que situação ! ! !
E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar….. Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o SAMU. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural. Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- Tudo ótimo. E você?
Ela riu de novo como quem pensa “que garota estranha”. Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor. Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto. Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. “Me leva daqui, Deus, me teletransporta”. Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.
Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada. Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.
Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
- Tudo bem, Pê?
- Sim… sonhei de novo com o cu de uma cliente. Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos?
E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
- Vira agora do outro lado.
Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão? Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa merda…
- Baixa a calcinha, por favor.
Foram dois segundos de choque extremo. “Baixe a calcinha…”. Como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.
Namorar…Namorar??? Eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei anti-depilação cavada. Queria comprar o domínio preserveasbucetaspeludas.com.br!!!
É…. Mulher sofre!!!
Que barra que nós mulheres passamos, hein?
Fonte:
http://www.insoonia.com/page/3
terça-feira, 8 de setembro de 2009
6
biscoitinhos
16:14
Têndencias da Moda, 2009/2010.
O verão é a época que todo mundo fica mais animado, disposto a sair na rua, passear e se divertir. E as roupas desse verão 2009/2010 acompanham esse clima, pois querem deixar você mais leve, mais solta e mais a vontade. Leia a seguir algumas dicas do que estará na moda nesse verão, e veja o que combina mais com o seu estilo de vida, e abuse das novidades para ficar mais bonita e feliz!
• As calças cenoura serão muito vistas neste verão. Use se você não tiver restrições e preconceitos com ela!
• Os vestidos serão a grande sensação deste verão, nas mais diversas estampas e modelagens. Invista nos modelos floridos, manchados e em tons de xadrez clarinho.
• O vestido longo será mais uma vez muito visto nesse verão. Use muito se você for alta e magrinha, e abuse deles para ir trabalhar, para estudar ou para passear.
• As calças skinny continuam em alta neste verão, e ficam perfeitas no corpo da brasileira. Abuse delas nas mais diversas combinações.
• As calças boyfriend serão o grande look do verão, para as mais estilosas e que gostam de estar dentro do que dita a moda.
• As estampas estão com tudo nesse verão, principalmente as florais, as geométricas e as com tons de xadrez mais claro.
• O manchado tie dye também estará com tudo nesse verão. Invista em saias e vestidos machados em tons claros, como rosa e amarelo.
• As jardineiras da infância voltarão com tudo nesse verão. Invista em modelos românticos, em cores em tons de bebê.
• O decote nadador é a grande sensação para as blusas. Invista muito nesse modelo e num bronzeado lindo nas costas.
• Os vestidos com modelo de camiseta pólo estão com tudo nesse verão. Eles destacam o colo e os seios, e ficam lindos nos mais diversos tipos de corpo.
• Os tons predominantes das roupas e acessórios neste verão são o azul, o verde, o rosa, o amarelo, o roxo e o vermelho.
• As calças cenoura serão muito vistas neste verão. Use se você não tiver restrições e preconceitos com ela!
• Os vestidos serão a grande sensação deste verão, nas mais diversas estampas e modelagens. Invista nos modelos floridos, manchados e em tons de xadrez clarinho.
• O vestido longo será mais uma vez muito visto nesse verão. Use muito se você for alta e magrinha, e abuse deles para ir trabalhar, para estudar ou para passear.
• As calças skinny continuam em alta neste verão, e ficam perfeitas no corpo da brasileira. Abuse delas nas mais diversas combinações.
• As calças boyfriend serão o grande look do verão, para as mais estilosas e que gostam de estar dentro do que dita a moda.
• As estampas estão com tudo nesse verão, principalmente as florais, as geométricas e as com tons de xadrez mais claro.
• O manchado tie dye também estará com tudo nesse verão. Invista em saias e vestidos machados em tons claros, como rosa e amarelo.
• As jardineiras da infância voltarão com tudo nesse verão. Invista em modelos românticos, em cores em tons de bebê.
• O decote nadador é a grande sensação para as blusas. Invista muito nesse modelo e num bronzeado lindo nas costas.
• Os vestidos com modelo de camiseta pólo estão com tudo nesse verão. Eles destacam o colo e os seios, e ficam lindos nos mais diversos tipos de corpo.
• Os tons predominantes das roupas e acessórios neste verão são o azul, o verde, o rosa, o amarelo, o roxo e o vermelho.
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